Ambulatórios do HC-UFMG30/11/2010
O SINDIFES realizou, no dia 29 de dezembro, uma assembléia sindical específica para os trabalhadores do Hospital das Clínicas (HC) da UFMG, para tratar dos problemas relacionados à Redistribuição da Jornada de Trabalho nos ambulatórios da instituição. Com a presença de cerca de 60 servidores do local, a reunião contou também com a participação de Cristina del Papa e Flávio da Silva, coordenadores geral e de comunicação do Sindicato, e Mário Márcio Garafolo, coordenador de seguridade social da FASUBRA e servidor do Hospital. Reunião com diretoria Ao início da assembléia, foram dados informes sobre a reunião realizada entre a direção do SINDIFES, do HC e Vice-diretoria Técnica de Enfermagem (VDTE), em 28 de outubro. “A direção do Hospital informou que após denúncias realizadas ao MEC e Ministério Público sobre a redistribuição da jornada de trabalho nos ambulatórios, ela se sentiu pressionada a acabar com a redistribuição” disse Cristina. Segundo ela, a “A direção queria acabar com a redistribuição da jornada de trabalho nos ambulatórios no dia 1º de novembro; Mas após muita discussão conseguimos firmar um acordo para que a jornada prosseguisse até o dia 31 de dezembro deste ano. Firmamos um compromisso de que antes desta data, tivéssemos uma outra reunião para resolver o assunto” contou Cristina del Papa. Servidores do Hospital disseram que a Comissão que implantou a redistribuição da Jornada de Trabalho nos Ambulatórios do HC-UFMG fez um estudo indicando sua viabilidade técnica e demonstrando que esta mudança seria benéfica, tanto para o atendimento aos pacientes quanto para os servidores. “A Redistribuição da Jornada de Trabalho é um processo que tem suas falhas e que precisam ser corrigidas. Mas isto não quer dizer que ela deva acabar. Como todo processo, ele pode ser revisto e aprimorado”, defendeu a servidora Rosemary Coelho. Ao final das discussões, ficou acordado que haverá uma frente única de luta pela continuidade e aperfeiçoamento da Redistribuição da Jornada de Trabalho. Houve consenso de que a VDTE é um parceiro dos trabalhadores nesta luta, pois foi o órgão responsável pela implantação do sistema. Devido ao grande número de informações sobre a APH, algumas ainda não oficiais, os presentes à assembléia delegaram para o GT-Saúde realizar um estudo da situação bem como reunião específica com a categoria para apresentar os resultados e propor as providências necessárias. Encaminhamentos
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