FASUBRA apoia PL que propõe criação de mais de 77 mil para IFES03/10/2011
No texto, que você pode acompanhar a seguir, a Federação diz que este mecanismo é necessário para suprir as demandas de vagas nas Instituições Federais de Ensino Superior e para combater o processo de terceirização no âmbito acadêmico. O ofício reafirma a posição da Federação a favor da aprovação na Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei 2.134/2011, que já tramita naquela Casa Legislativa, e que pode dar origem a 77.178 cargos no Ministério da Educação a serem redistribuídos nas universidades federais da seguinte forma: 19.569 seriam para convocar docentes; 27.714 para trabalhadores técnico-administrativos (PCCTAE), e 24.306 para professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. Ao final do texto, a Federação coloca-se à disposição do Ministério e dos gestores para debater o tema, bem como propõe discussões acerca dos cargos necessários e dimensionamento das vagas. OF. 150/11-SEC Brasília-DF, 20 de setembro de 2011. Apesar dos concursos realizados nos últimos anos, a demanda reprimida continua extensa e tem comprometido o desenvolvimento com qualidade socialmente referenciada dos trabalhos da Universidade. A Terceirização está entranhada em áreas estratégicas da Universidade, afetando o ensino, a pesquisa e a extensão. A reversão desse quadro, além de fazer parte das lutas sindicais e também da cobrança dos gestores, tem sido pauta no TCU, que através de Acórdãos, tem cobrado do Governo a resolução da terceirização nas Universidades, considerando as irregularidades identificadas nesse processo. A apresentação do PL 2.134/2011, em tramitação no Congresso Nacional, que propõem a criação de 77.178 cargos no MEC, para redistribuição nas IFES. Destes 19.569, são destinadas aos Docentes de 3º Grau; 27.714 para os cargos de Trabalhadores Técnico-Administrativos (PCCTAE) e 24.306 para docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. Essa iniciativa tem sua importância, pois possibilita a retomada dos concursos nas Universidades. Coloca na agenda nacional a necessidade da abertura de concursos públicos nas Universidades aliadas a política de expansão dessas instituições. No entanto ainda não é o suficiente para suprir toda a demanda reprimida. LÉIA DE SOUZA OLIVEIRA ROLANDO RUBENS M. JUNIOR PAULO HENRIQUE R. DOS SANTOS |
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